Wednesday, 8 January 2020

QUEM DE VÓS PODE ME ACUSAR DE ALGUM PECADO?

O pecado só é possível quando se vive sob a sombra da ego consciência, criada pelo intelecto. O pecado não é possível nas trevas da inconsciência, que envolve o mundo dos sentidos materiais; nem tampouco é possível na luz da consciência plena, que ilumina as alturas espirituais da razão, do Logos, que, em sua forma encarnada, é o Cristo.
Nem a inconsciência nem a consciência plena conhecem o pecado. O pecado é um fenômeno privativo do ser semiconsciente. Nem os sentidos nem a razão podem pecar; nem o corpo nem a alma pecam – somente a inteligência do ego mental.
Sendo o Cristo a Razão, o Logos, o Espírito divino – como poderia haver pecado no nível da impecabilidade?
Deus é transcendente a tudo e imanente em tudo.
Na sua essência, Deus é totalmente presente e imanente em tudo – mas no nível da manifestação dessa sua essência há grandes diferenças. Deus, embora imanente em cada ser, a percepção dessa essência não é percebida do mesmo modo em todos os seres. A sua essência é invariável, mas a sua manifestação é variável.
Deus é inconsciente no mineral.
Deus é subconsciente no vegetal.
Deus é semiconsciente no animal.
Deus é ego consciente no intelectual.
Deus é plenamente consciente no racional.
Deus é totalmente consciente em si mesmo.
Só na zona escura da ego consciência é que é possível o pecado.
O pecado supõe consciência, porém uma consciência imperfeita.
O pecado consiste na ilusão da nossa separação de Deus, ilusão essa creada pelo intelecto.
Somos distintos de Deus porque ele é transcendente a cada uma das suas creaturas, mas não estamos separados, porque Deus está imanente em cada uma das suas creaturas. Não somos idênticos nem separados – mas distintos, porque somos iguais pela essência divina universal – e somos desiguais pela existência humana individual.
O dualista afirma a transcendência e nega a imanência.
O panteísta nega a transcendência e afirma a imanência.
O monoteísta absoluto, o monista ou universalista, afirma tanto a transcendência como a imanência, atingindo assim a verdade total.
O intelecto separatista nos faz pecar – a razão que une nos redime do pecado.
O intelecto é o precursor da razão – a razão integra em si o intelecto.
Só pode nos redimir, aquele que é redimido.
Só quem nunca pecou nos pode purificar do pecado.
Ninguém vai ao Pai a não ser pelo Cristo, que é o divino Logos, a Razão suprema, que se fez carne e habitou entre nós, historicamente, na pessoa de Jesus e de outros iluminados – e habita em cada um de nós, permanentemente, na forma daquela “luz que ilumina a todo homem que vem a este mundo... e dá àqueles que a recebem o poder de se tornarem filhos de Deus”; pois esse Cristo do passado está presente em cada um de nós, “eu estou convosco todos os dias até à consumação dos séculos”.
“Quem de vós pode me acusar de algum pecado?” Só o homem no qual o Cristo interno tenha despertado plenamente, pode fazer uma pergunta dessas; homem redimido de seu egoísmo e consciência pecadora; homem penetrado pelo amor universal.

                                                                           ***
Sócrates afirmava que a ignorância é o grande pecado do homem – assim como a sapiência, é a sua grande virtude.
O pecador é o ignorante – o santo é o sábio.
Sabedoria ou sapiência, não quer dizer erudição meramente intelectual, mas sim a intuição espiritual, o contato direto com a suprema e última Realidade, com o Absoluto e Infinito (Deus), presente em cada homem como sua alma. A insipiência ou o pecado pode coexistir com a erudição intelectual no mais alto grau, mas não com a verdadeira sapiência, que é a própria santidade no homem.
As palavras de Jesus na cruz: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”, estão na linha do pensamento de Sócrates: o homem peca porque “não sabe o que faz”; se soubesse, não pecaria.

Texto revisado extraído do livro Assim Dizia o Mestre

Friday, 29 November 2019

CÓMO TENER LA EXPERIENCIA DIRECTA DE DIOS

¿Poseer a Dios?
Tener experiencia directa de Dios aquí en la Tierra ...
Este es el anhelo eterno de todo hombre evolucionado espiritualmente.
Pero ... ¿es esto posible?
¿No es una hermosa utopía?
¿Un espejismo fantástico en el desierto?
¿Un delicioso emocionalismo de mis deseos?
Pasó el tiempo y finalmente me decepcionó esta querida vieja ilusión;
Poder poseer a Dios en la vida presente.
No, no puedo poseer a Dios ...
¡Sin embargo, Dios puede poseerme!
Suponiendo que permito esta posibilidad.
¿Y cuándo estaré Teo-poseído?
Solo estaré poseído por Dios si me vuelvo totalmente desinteresado del ego.
Si me despojo de todo lo que tengo, como dijo Jesús:
“El que no renuncia a todo lo que tiene no puede ser mi discípulo”.
No en términos propiamente materiales, porque Él mismo dijo que quería vernos vivir en abundancia ...
Pero en términos de ego, nuestro mayor enemigo en la peregrinación espiritual.
¡Quien no se despoja el ego no puede ser poseído por Dios!
Y sin eso, no hay experiencia de Dios.
Deshacerse del ego es una puerta abierta a través de la cual Dios puede entrar.
¿De qué debo deshacerme?
No son, en primer lugar, objetos materiales que me rodean;
Son, sobre todo, las posesiones mentales y emocionales dentro de mí.
Porque las posesiones materiales son la quintaesencia de mi ego mental y emocional.
Mi ego no es material, es mental y emocional.
¿Y cómo puedo deshacerme de estas posesiones que poseo?
Solo por la muerte definitiva de mi ego ...
¿Y estoy dispuesto a hacer esto?
Si digo que sí, ¿no es esta una nueva ilusión, además de tantas otras?
No, no diré que sí, no diré que no, no diré nada.
Ya sé que todo lo que digo y todo lo que hago son muchas ilusiones de mi ego tiránico.
En lugar de decir o hacer algo, simplemente viviré y seré la verdad de la muerte del ego que me redimirá.
No alimentaré mi ego, y morirá de hambre.
Y luego, después de esta muerte voluntaria de mi ego, Dios puede tomarme en sus brazos.
Y llévame a una isla lejana y desconocida ...
A una isla nunca vista, nunca soñada ...
Y para dar a luz a alguien que no sea mi ego tiránico ... ¡una nueva criatura en Cristo!
Inédito ...
Nunca escuchada ...
Esto me puede pasar, solo si permito la muerte de mi ego ...
¡Y ese es el preludio de ser poseído por Dios!

Thursday, 7 November 2019

A MUDANÇA CLIMÁTICA DURANTE O MEU TEMPO

As previsões alarmantes das últimas décadas sobre a questão das mudanças climáticas, assumiram nos dias de hoje, discussões e manifestações de todos os tipos, mas que no entanto, não conseguem abrir os olhos dos que não querem ver; é como uma nuvem de poluição mental, e via de regra, os cegos à essa situação, são a vasta maioria dos políticos coniventes com o status quo, cientistas acomodados que apenas exigem provas convincentes, passadas em cartórios com a devida aprovação dos grandes cientistas mundiais e magazines científicas, e até mesmo aprovação eclesiástica para atestar essas mudanças; o exercício da intuição na ciência, ainda é privilégio de poucos... diria Einstein! E assim, contribuindo ainda mais com a devastação, a massa amorfa de cidadãos que se arrastam pelas planícies estéreis de suas ignorâncias e mediocridades.
O dia 4 de outubro de 1957 marcou o início da Era Espacial, com o lançamento do bem-sucedido Sputnik, primeiro satélite artificial colocado na órbita terrestre. Muito modesto quando comparado aos padrões atuais, o Sputnik dava o pontapé inicial para a exploração e descoberta do Espaço e que hoje contribui para os milhões de toneladas de lixo em forma de fantásticas máquinas circundando o orbe terrestre.
Nessa época, aos 10 anos de idade, e movido pelo grande alarde em cima dessa primeira aventura espacial, eu gostava de passar algumas horas de noite, deitado no quintal de minha casa em São Paulo, Brasil, admirando a viagem desse brilhante ponto cruzando vagarosamente o zênite. Isto é, quando as noites raramente estreladas daquela grande cidade, deixavam ver a peregrinação desse pontinho de luz. Via de regra, elas eram cobertas por uma fina garoa que se precipitava pela cidade e arredores. São Paulo era famosa pela garoa, e isso se tornou um chavão histórico, mas que teve uma vida efêmera. A garoa desapareceu do cenário da cidade poucos anos depois, justamente motivada pelo avanço da devastação do meio ambiente em todo o país.
Para minha surpresa, aos 47 anos de idade, voltei a ver novamente a garoa, mas em Sydney, Austrália, para onde passei a viver. No entanto, essa mesma garoa aqui, reluta a aparecer. Se não é a neblina misturada pela fumaça das queimadas, da poluição, são os ventos trazendo a areia do deserto ou até mesmo tempestades dessa areia cobrindo o céu com uma tênue cor amarelo avermelhada.
Em tão pouco tempo, diria 60 anos, o estrago feito ao planeta pela ganância humana, não vem sensibilizando os donos do poder e nem mesmo as massas. Como não sou um cientista, mas observador dos fatos, e agente do alerta, creio que nem mesmo a Revolução Industrial na Inglaterra em suas duas etapas, que durou perto de 70 anos, causou tamanha destruição. E nem por isso a Inglaterra, que sofreu a destruição do meio ambiente em seu próprio país, se manifesta abertamente contra o que causou... não serviu de exemplo para o mundo!
A cultura da devastação virou endêmica.
E com isso, me faz pensar que a humanidade que se conhece hoje, não é, de forma alguma, "feita à imagem e semelhança de Deus," a que se refere o Gênesis. Não se pode ver no homem, a "coroa da creação" - nesse animal bípede ligeiramente intelectualizado do pescoço para cima, cuja inteligência, o tornou o mais perigoso animal do planeta Terra. A intelectualização do instinto fez do homem um monstro de ganância e agressividade, cujas garras e dentes se aperfeiçoaram na forma de armas de destruição em massa e consequentemente do meio ambiente; essa intelectualização fez do homem uma repugnante caricatura de sexualismo libertino e um inferno de doenças físicas e mentais, que nenhum outro animal não humano conhece ou experienciou.
De vez em quando, aparece algum ser humano individual que lembra um reflexo da razão - mas esse humano representa uma parcela infinitesimal da humanidade total.
E surgiu como um espalhafato... uma jovenzinha tímida de apenas 16 anos, sueca de nascimento, mas uma cidadã global de nome Greta Thunberg, que veio tentar despertar do sono secular os sábios anciãos modorrentos e carcomidos pelos vermes do status quo, que sonolentos, tentam refutar e ainda exigindo provas, de que o meio ambiente do planeta, está mudando!
Para adicionar mais disparate em toda essa questão, sobe ao palanque mais um político do status quo, o Sr. Scott Morrison, o primeiro ministro australiano, criticando a postura da jovenzinha tímida, afirmando que essas críticas e alertas feitas por ela, só vão intensificar na mente da juventude mundial, uma expectativa e ansiedade maléfica quanto ao futuro!
Mas ele é só um político... falta conhecimento de Filosofia, na qual a Psicologia está inserida, ou convenientemente esquece desses conceitos para satisfazer o interesse de seu grupo. No jovem, quando o relógio do ego e do livre arbítrio despertam, nada mais para a batida dessas horas. Uma mente jovem já sabe discernir o certo do errado. E por mais que se critique as posturas da juventude, suas mentes não estão alienadas. A vasta maioria pode até estar, pois elas são um produto do sistema. De acordo com a nossa pseudocultura padronizada por esse sistema, do qual o Sr. Morrison é um dos agentes que pensam que ninguém tem mais o direito de ser ele mesmo, mas que tem que se tornar os que os outros são. A idolatria das deslumbrantes vacuidades atingiu o seu clímax diante de tanta profana popularidade na cultura do chamado homem moderno, que mostra que ele abdicou da sua personalidade e se tornou uma figura amorfa no meio da massa amorfa e que vive apenas o vazio de uma vida muito agitada.
Mas existe o despertar!
Os fantoches fazem um jogo de cena, mas detrás do fantoche tem uma mão de consciência hábil que os manipula. E existem muitas mãos hábeis... onde os príncipes deste mundo não tem poder.
Recentemente, enquanto postava artigos no meu blog, li uma interessante advertência da cientista pesquisadora em abrupta mudança de clima, a professora Katrin J Meissner, da renomada Universidade da Nova Gales do Sul, na Austrália, que por mais de 20 anos vem estudando mudanças climáticas, afirmando que esse fenômeno é um fato, baseado em equações e dados científicos... ciência pura e não ficção política!
Segundo essa cientista, as concentrações de CO2 estão aumentando em proporções alarmantes, que é de 10 a 100 vezes mais rápidas do que em qualquer outro momento da história da humanidade, isto é, dos últimos três milhões de anos, quando os primeiros humanos estavam peregrinando sobre a Terra. E que consequências catastróficas se aproximam com a mesma velocidade, haja vista o grande número de espécies vivas que estão se extinguindo no planeta.
Como fazemos parte de todo um ecossistema para nossa sobrevivência, a destruição desse ecossistema, representa a destruição da vida humana na Terra também!
E ela adverte: "A questão não é de acreditar em mudanças climáticas, mas de entender essas mudanças. Greta Thunberg é apenas uma mensageira, e que não importa o que pensemos sobre ela, o que importa é que devemos agir agora, sem mais perdas de tempo," concluindo com um veemente pedido: "não crucifiquem a mensageira."
"O futuro depende do que fazemos hoje". Mahatma Gandhi

EL CAMBIO CLIMÁTICO DURANTE MI TIEMPO

Las predicciones alarmantes de las últimas décadas sobre el tema del cambio climático hoy en día se han convertido en debates y manifestaciones de todo tipo, pero aun así no pueden abrir los ojos de aquellos que no quieren ver; es como una nube de contaminación mental, y por regla general, ciegos a esta situación, la gran mayoría de los políticos confabulando con el statu quo, acomodando a los científicos que solo requieren evidencia convincente, aprobada en la oficina del notario con la debida aprobación de los grandes científicos del mundo y revistas científicas, e incluso aprobación eclesiástica para dar fe de estos cambios; el ejercicio de la intuición en la ciencia sigue siendo el privilegio de unos pocos ... ¡Diría Einstein! Y así, contribuyendo aún más a la devastación, la masa amorfa de ciudadanos que se arrastran por las llanuras áridas de su ignorancia y mediocridad.
El 4 de octubre de 1957 marcó el comienzo de la era espacial, con el lanzamiento del exitoso Sputnik, el primer satélite artificial colocado en la órbita de la Tierra. Muy modesto en comparación con los estándares actuales, Sputnik inició la exploración y el descubrimiento espacial, que hoy contribuye a los millones de toneladas de basura en forma de máquinas fantásticas que rodean el orbe de la Tierra.
En ese momento, a la edad de 10 años, y conmovido por la gran fanfarria de esta primera aventura espacial, disfruté pasar algunas horas por la noche, tumbado en el patio de mi casa en Sao Paulo, Brasil, admirando el viaje del brillante objecto cruzando lentamente el cenit. Es decir, cuando las noches raramente estrelladas de esa gran ciudad permiten ver la peregrinación de esta mota de luz. Como regla general, estaban cubiertos por una fina llovizna que se precipitaba por la ciudad y sus alrededores. Sao Paulo era famosa por la llovizna, y se convirtió en una palabra de moda histórica, pero tuvo una vida efímera. La llovizna desapareció de la escena de la ciudad unos años más tarde, precisamente motivada por el avance de la devastación ambiental en todo el país.
Para mi sorpresa, a los 47 años, volví a ver la llovizna, pero en Sydney, Australia, donde vivía. Sin embargo, esa misma llovizna aquí es reacia a aparecer. Si no es la niebla mezclada con el humo de las quemaduras, la contaminación, son los vientos que traen arena del desierto o incluso tormentas de esa arena que cubren el cielo con un tenue color amarillo rojizo.
En tan poco tiempo, diría que 60 años, el daño hecho al planeta por la codicia humana no ha sensibilizado a los dueños del poder y ni siquiera a las masas. Como no soy un científico, sino un observador de los hechos y un agente de advertencia, no creo que incluso la Revolución Industrial de dos etapas en Inglaterra, que duró casi 70 años, haya causado tal destrucción. Y, sin embargo, Inglaterra, que sufrió la destrucción del medio ambiente en su propio país, se manifiesta abiertamente contra lo que ha causado ... ¡no ha dado el ejemplo al mundo!
La cultura de la devastación se ha vuelto endémica.
Y con eso, me hace pensar que la humanidad conocida hoy de ninguna manera está "hecha a imagen y semejanza de Dios", a lo que se refiere Génesis. La "corona de la creación" no se puede ver en el hombre, en este animal bípedo ligeramente intelectualizado desde el cuello hacia arriba, cuya inteligencia lo ha convertido en el animal más peligroso del planeta Tierra. La intelectualización del instinto convirtió al hombre en un monstruo de la codicia y la agresión, cuyas garras y dientes se perfeccionaron en forma de armas de destrucción masiva y, en consecuencia, del medio ambiente; esta intelectualización ha convertido al hombre en una repugnante caricatura del sexo libertino y en un infierno de enfermedades físicas y mentales que ningún otro animal no humano conoce o ha experimentado.
De vez en cuando, aparece un ser humano individual que se asemeja a un reflejo de la razón, pero este humano representa una porción infinitesimal de la humanidad total.
Y surgió como un escándalo ... una joven tímida de solo dieciséis años, sueca de nacimiento, pero una ciudadana global llamada Greta Thunberg, que ha venido a tratar de despertar del sueño secular a los viejos y astutos ancianos roídos por los gusanos del status quo, ¡y que somnolientos tratan de refutar exigiendo pruebas de que el medio ambiente del planeta está cambiando!
Para agregar más tonterías a todo este asunto, más un político del statu quo, Scott Morrison, el primer ministro australiano, sube al podio, criticando la postura de la joven tímida, afirmando que estas críticas y advertencias de ella solo intensificarán en las mentes de los jóvenes del mundo una mala expectativa y ansiedad sobre el futuro.
Pero él es solo un político ... que carece de conocimiento de Filosofía, en el que está incrustada la Psicología, y olvida convenientemente estos conceptos para satisfacer el interés de su grupo. En los jóvenes, cuando el reloj del ego y del libre albedrio se despiertan, nada más interrumpe el ritmo de estas horas. Una mente joven ya puede discernir lo correcto de lo incorrecto. Y por mucho que uno critique las posturas juveniles, sus mentes no están alienadas. La gran mayoría incluso puede serlo, ya que son un producto del sistema. Según nuestra pseudocultura estandarizada por este sistema, de los cuales el Sr. Morrison es uno de los agentes que piensa que nadie más tiene derecho a ser él mismo, sino que tiene que convertirse en quienes son los demás. La idolatría del vacío deslumbrante ha alcanzado su punto culminante frente a una popularidad tan impía en la llamada cultura del hombre moderno, lo que demuestra que ha abdicado de su personalidad y se ha convertido en una figura amorfa en medio de la masa amorfa y vive solo el vacío de una vida muy agitada.
¡Pero ahí está el despertar!
Las marionetas juegan un papel, pero detrás de la marioneta hay una mano experta de conciencia que las manipula. Y hay muchas manos hábiles ... donde los príncipes de este mundo no tienen poder.
Recientemente, mientras publicaba artículos en mi blog, leí una advertencia interesante de una investigadora científica sobre el cambio climático abrupto, la profesora Katrin J Meissner, de la reconocida Universidad de Nueva Gales del Sur de Australia, que ha estado estudiando el cambio climático durante más de 20 años, afirmando que este fenómeno es un hecho, basado en ecuaciones y datos científicos ... ¡pura ciencia y no ficción política!
Según este científico, las concentraciones de CO2 están aumentando en proporciones alarmantes, que es de 10 a 100 veces más rápido que en cualquier otro momento de la historia humana, es decir, de los últimos tres millones de años, cuando los primeros humanos caminaban sobre la Tierra. Y que consecuencias catastróficas se acercan a la misma velocidad, dada la gran cantidad de especies vivas que se están extinguiendo en el planeta.
Como somos parte de un ecosistema completo para nuestra supervivencia, ¡la destrucción de ese ecosistema representa la destrucción de la vida humana en la Tierra también!
Y advierte: "El punto no es creer en el cambio climático, sino comprender el cambio climático. Greta Thunberg es solo una mensajera, y no importa lo que pensemos sobre ella, lo importante es que debemos actuar ahora, sin más pérdidas de tiempo", concluyendo con una vehemente solicitud: "no crucifiquen al mensajero".
"El futuro depende de lo que hagamos hoy." Mahatma Gandhi

THE CLIMATE CHANGE DURING MY LIFE TIME

The alarming predictions of recent decades on the issue of climate change have nowadays taken on discussions and manifestations of all kinds, but yet they cannot open the eyes of those who do not want to see; it is like a cloud of mental pollution, and as a rule blind to this situation are the vast majority of politicians conniving with the status quo, some scientists requiring only scientific evidences, passed in the notary's offices with the proper approval of the great scientists and scientific magazines and even ecclesiastical certification to attest to these changes; the exercise of intuition in science is still the privilege of the few ... Einstein would say! And thus, further contributing to the devastation, the amorphous mass of citizens who crawl across the barren plains of their ignorance and mediocrity.
October 4, 1957 marked the beginning of the Space Age, with the launch of the successful Sputnik, the first artificial satellite placed in Earth's orbit. Very modest when compared to current standards, Sputnik kicked off space exploration and discovery, which today contributes to the millions of tons of junk in the form of fantastic machines surrounding the Earth's orb.
At this time, at the age of 10, and moved by the great fanfare over this first space adventure, I enjoyed spending few hours at night, lying in the backyard of my home in Sao Paulo, Brazil, admiring the slow journey of this brilliant speck of light crossing the zenith. That is, when the rarely starry nights of that huge city let the pilgrimage of it to be seen. As a rule, they were covered by a fine drizzle which precipitated through the city and surrounding areas. Sao Paulo was famous for the drizzle, and it became a historical buzzword, but it had an ephemeral life. The drizzle disappeared from the city scene a few years later, precisely motivated by the onset of environment devastation all over the country.
To my surprise, at age 47, I saw the drizzle again, but in Sydney, Australia, in the country where I migrated. However, this same drizzle here is reluctant to appear. If it is not the mist mingled with the smoke of the bush fires, the pollution, are the winds bringing desert sand or even storms covering the sky with a faint reddish yellow colour.
In such a short time, I would say 60 years, the damage done to the planet by human greed has not sensitized the ‘powerful’ ones and not even the masses. As I am not a scientist, but an observer of the facts, and a warning agent, I do not think that even the two-stage Industrial Revolution in England, which lasted nearly 70 years, caused such destruction. And yet England, which suffered the destruction of the environment in its own soil, openly manifests itself against what it has caused ... has not set an example for the world!
The culture of devastation has become endemic.
And with that, it makes me think that the humanity known today is by no means "made in the image and likeness of God," to which Genesis refers. The "crown of creation" cannot be seen in man - in this slightly intellectualized bipedal animal from the neck up, whose intelligence has made him the most dangerous animal on planet Earth. The intellectualization of instinct made man a monster of greed and aggression, whose claws and teeth were perfected in the form of weapons of mass destruction and consequently of the environment; this intellectualization has made man a disgusting caricature of libertine sexualism and a hell of physical and mental illness that no other nonhuman animal knows or has experienced.
From time to time, some individual human being appears that resembles a reflection of reason - but this human represents an infinitesimal portion of total humanity.
And it sprang up like a fuss ... a shy young girl of only sixteen, Swedish by birth, but a global citizen named Greta Thunberg, who came to try to awaken from the secular sleep the sly, worm-ridden, sleepy elders of the status quo, who are still refuting and demanding proof, that the environment of the planet is changing!
To add more nonsense to this whole issue, one more politician of the status quo, Mr. Scott Morrison, the Australian Prime Minister, comes up on the podium, criticizing the shy young girl's stance, saying that these criticisms and warnings from her will only intensify in the minds of the youth of the world, an evil expectation, an evil anxiety about the future!
But he is just a politician ... lacking knowledge of Philosophy, in which Psychology is embedded, or conveniently forgetting these concepts to satisfy the interest of his group. In the young, when the clock of ego and free will wakes up, nothing stops the beat of these hours. A young mind can already discern right from wrong. And as much as one criticizes youthful postures, their minds are not alienated. The vast majority may even be, as they are a product of the system. According to our pseudo culture standardized by this system, of which Mr. Morrison is one of the agents who thinks that no one else has the right to be itself, but who has to become who others are. The idolatry of dazzling emptiness has reached its climax in the face of such profane popularity in the so-called modern man's culture, which shows that he has abdicated his personality and become an amorphous figure in the midst of the amorphous mass and living only the emptiness of a very busy life.
But there is the awakening!
Puppets play a stage role, but behind the puppet is a skilled conscience and hands which manipulates them. And there are many skillful hands ... where the princes of this world have no power.
Recently, while posting articles on my blog, I read an interesting warning from the research scientist on abrupt climate change, Professor Katrin J Meissner of Australia's renowned University of New South Wales, who has been studying climate change for over 20 years, claiming that this phenomenon is a fact, based on scientific equations and data ... pure science and not political fiction!
According to her, CO2 concentrations are increasing in alarming proportions, which is 10 to 100 times faster than at any other time in human history, that is, of the last three million years, when the first humans were roaming around the Earth. And that catastrophic consequences are approaching at the same speed, given the large number of living species that are becoming extinct on the planet.
Since we are part of an entire ecosystem for our survival, the destruction of that ecosystem represents the destruction of human life on Earth too!
And she warns: "The question is not to believe in climate change, but to understand climate change. Greta Thunberg is just a messenger, and no matter what we think about her, what matters is that we should act now, without further loss of time," concluding with a vehement request: "Do not crucify the messenger."
"The future depends on what we do today". Mahatma Gandhi

Tuesday, 29 October 2019

MONOTEISMO E MONISMO

O monoteísmo é uma doutrina religiosa que admite um único Deus para seu povo e seu país, e esse Deus é transcendente, que se localiza além da realidade sensível, pelo seu teor de perfeição e poder inquestionável; ausente do mundo e presente no céu; portanto, o monoteísmo é uma concepção dualista, que é a visão que separa o Creador de suas creaturas; o Creador no céu e as creaturas na terra. Com isso, se estabeleceu a enganosa batalha do homem em conseguir chegar a Deus, subir aos céus!
Ainda que Jesus tenha adotado essa analogia do Pai e seus filhos, que parecem ser entidades separadas (dualismo), ele mesmo explica que na verdade “Eu e o Pai somos um,” ou seja, que é só na aparência externa, na forma dada à existência, que parecemos dois entes separados, mas na essência, não somos dois, somos uma só entidade (monismo). Em linguagem abstrata diríamos: Eu e o Infinito somos um; o Infinito está em mim, e eu estou no Infinito - mas o Infinito é maior do que eu.
Podemos entender que Jesus adotou essa postura dualista como uma estratégia pedagógica, porque ele admitia que o estado de consciência do homem da época (e ainda dos dias atuais) não consegue descobrir o reino dos céus dentro de si mesmo. Infelizmente, a ignorância da teologia induz o homem a aspirar esse reino.
Por outro lado, o monismo proclama um Deus único para o mundo inteiro, universalista; e esse Deus, embora transcendente em sua essência, é ao mesmo tempo imanente nas suas existências, que faz parte de maneira inseparável da essência do ser.
Se o monismo não admitisse transcendência, mas apenas imanência, seria panteísta; e, se só admitisse transcendência e não imanência, seria dualista, como o da sinagoga de Israel e das teologias eclesiásticas do ocidente. Mas o verdadeiro monismo, sobretudo na forma do Evangelho de Jesus, é transcendente-imanente, bem expresso em suas palavras. A visão de Jesus era monista, universal, que tudo o que existe é a manifestação do Creador, a partir da essência única.
Nos princípios do quarto século, o monismo do Evangelho foi contaminado e em parte eclipsado pelo monoteísmo da sinagoga de Israel. E até hoje, o monismo do Evangelho aparece na forma do monoteísmo das nossas teologias eclesiásticas. Vivemos num Cristianismo judaico, e não num Cristianismo crístico-evangélico. A Suma Teológica de Tomás de Aquino e as decisões oficiais do Concílio de Trento consolidou em definitivamente o monoteísmo dualista da igreja contra o monismo evangélico de Jesus, acusando esse monismo, de panteísmo. O Concilio Vaticano II, (1962-1965), aberto por João XXIII e concluido por Paulo VI, não voltou à doutrina monista do Evangelho, limitando-se a modificações secundárias, dentro do esquema tradicional do monoteísmo dualista da sinagoga de Israel e da teologia.
Assim, sendo, a igreja continua sem avançar, estagnada em seus conceitos, e distante dos passos dados por Jesus, da consciência de que o reino dos céus está dentro do homem, e não fora dele. Do mesmo modo, tão aturdida e confusa como a sinagoga, onde os judeus ainda até hoje aguardam a chegada do Messias!

Texto revisado e em parte extraído do livro Minhas Vivências... e em colaboração com Hernán Fandiño

MONOTEISMO Y MONISMO

El monoteísmo es una doctrina religiosa que admite un solo Dios para su pueblo y su país, y este Dios es trascendente, que se encuentra más allá de la realidad sensible por su contenido de perfección y poder incuestionable; ausente del mundo y presente en el cielo; por lo tanto, el monoteísmo es una concepción dualista, que es la visión que separa al Creador de sus criaturas; El Creador en el cielo y las criaturas en la tierra. ¡Con eso, la batalla engañosa del hombre para alcanzar a Dios, ascendiendo al cielo!
Aunque Jesús adoptó esta analogía del Padre y sus hijos, que parecen ser entidades separadas (dualismo), él mismo explica que, de hecho, "Yo y el Padre somos uno", es decir, es solo en apariencia externa, en la forma dada a la existencia, que nos vemos como dos seres separados, pero en esencia, no somos dos, somos una entidad (monismo). En lenguaje abstracto diríamos: Yo e Infinito somos uno; el Infinito está en mí y yo estoy en el Infinito, pero el Infinito es mayor que yo.
Podemos entender que Jesús adoptó esta postura dualista como una estrategia pedagógica, porque admitió que el estado de conciencia del hombre de la época (e incluso hoy) no puede descubrir el reino de los cielos dentro de sí mismo. Desafortunadamente, la ignorancia de la teología induce al hombre a aspirar a este reino.
Por otro lado, el monismo proclama un Dios único para todo el mundo, o sea es universalista; y este Dios, aunque trascendente en esencia, es al mismo tiempo inmanente en sus existencias, inseparablemente parte de la esencia del ser.
Si el monismo no admitiera trascendencia sino solo inmanencia, sería panteísta; y si solo admitiera la trascendencia y no la inmanencia, sería dualista, como el de la sinagoga de Israel y las teologías eclesiásticas del oeste. Pero el verdadero monismo, especialmente en la forma del Evangelio de Jesús, es trascendente-inmanente, bien expresado en sus palabras. La visión de Jesús era monista, universal, de que todo lo que existe es la manifestación del Creador desde la esencia única.
A principios del siglo IV, el monismo evangélico fue contaminado y eclipsado en parte por el monoteísmo de la sinagoga israelí. Y hasta el día de hoy, el monismo del Evangelio aparece en la forma del monoteísmo de nuestras teologías eclesiásticas. Vivimos en un cristianismo judío, no en un cristianismo evangélico de Cristo. Los Resúmenes Teológicos de Tomás de Aquino y las decisiones oficiales del Concilio de Trento consolidaron definitivamente el monoteísmo dualista de la iglesia contra el monismo evangélico de Jesús, y acusando a este monismo de panteísta. El Concilio Vaticano II (1962-1965), inaugurado por Juan XXIII y concluido por Pablo VI, no volvió a la doctrina monista del Evangelio, sino que se limitó a modificaciones menores dentro del esquema tradicional del monoteísmo dualista de la sinagoga de Israel y la teología.
Así, la iglesia sigue estancada en sus conceptos, y lejos de los pasos dados por Jesús, de la conciencia de que el reino de los cielos está dentro del hombre, no fuera de él. ¡Tan aturdida y confundida como la sinagoga, donde los judíos todavía esperan la llegada del Mesías!